terça-feira, 27 de setembro de 2011

A Esperança que se perdeu


Olho para o céu
E tento imaginar-me
Sem a tua presença em minha vida...
Tento imaginar o quão doloroso seria,
Ver que o dia amanheceria
Sem você do meu lado
Para me amar, para me abraçar
E quando olho para o céu
Vejo uma pequena luz...
Que a comparo com a minha esperança

Esperança, de que você ficará e me amará para sempre!
Mas então aparece uma nuvem e a esconde,
E nela se é guardada o meu ultimo suspiro,
A minha pequena alegria,
A minha esperança
Que tanto lutei para conserva - lá!
Então em minha face
Sentiram-se pequenas gotas...
Gotas de uma chuva
Que acabará com forme o tempo
Devolvendo-me tudo aquilo que a maldita nuvem
Havia tomado de mim

Mas quando caio em mim...
Vejo que já é tarde de mais
E que só me resta chorar
De tanto desespero
Por  tê-lo perdido!

                                      Fernanda Rodrigues 
                                                                                Imagem: http://alzerinabarbosa.blogdrive.com/archive/10.html

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Lembrança Maldita
Agora aqui sentado em frente à janela, observando as roseiras fustigadas, os galhos em direção contrária ao vento, me recordo do que aconteceu naquela viagem á praia, mas não entendo porque, pois foi em um dia tão quente e hoje... Só o vento eu encontro, mas aquela viagem á praia eu me recordo de tudo, era um belo dia de sol, estava muito quente, com belas árvores e vários rochedos pelo caminho, e simplesmente por falta de atenção, falta de responsabilidade, pois mamãe dizia:
- Carlos cuidado, diminui a velocidade...
- Meu bem não se preocupe...
Em uma curva fechada, papai perde o controle do carro, e acaba caindo de um penhasco, o carro descendo disparadamente mamãe foi arremessada para fora, ela gritava muito, pedia por socorro.
- Carlos socorro me ajude, me ajuda Carlos...
Mas era tarde, papai foi achado morto, não resistiu aos ferimentos, mamãe foi levada ao hospital, não resistiu e veio a falecer, porém meu irmão sofreu apenas leves arranhões e eu fui encontrado muito machucado com várias fraturas e inconsciente. Meu irmão desesperado, chora e diz:
- Não, não, não é verdade, não pode, papai não morreu...
Devido a essas fraturas passei um tempo no hospital e perdi totalmente o direito de andar livremente, minhas pernas paralisaram e ainda tenho que carregar aquelas lembranças malditas, daquele trágico acidente.
Agora estou aqui novamente olhando as roseiras fustigadas pelo vento sem poder sair dessa cadeira, e acima de tudo carregando aquelas malditas lembranças.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Olá pessoal,

Como vocês estão encontrando dificuldade de postar seus comentários, encontrei um vídeo que ensina como fazer uma conta no google e assim postar comentários de forma mais simples. Clique no link abaixo.
Qualquer dúvida, estamos aqui para aprender juntos, 
abç a todos


http://www.youtube.com/watch?v=ilN2mjbO8oE&feature=related
Exclusão social
 
Era o fim do expediente de um shopping e o começo do trabalho de dona Maria que limpa todos os sanitários todos os dias. Isso já é rotina dela e afirma que é um bom emprego, mas há muito preconceito e exclusão das pessoas dessa profissão, são excluídos somente pelo seu uniforme. Isso é muito triste porque as pessoas não valorizam esse trabalho, mas aposto que se ela deixarem de faze-lo as pessoas vão sentir falta e vão passar a reconhecer esses trabalhadores. Dona Maria gosta do seu emprego, mas ela só está neste serviço porque ela não tem outra opção. Mas caso contraria não seguiria essa profissão...

Yuri Gomes - 8ªB
Sr. Joaquim 

Sr. Joaquim é um homem de 42 anos e trabalha como lixeiro,em seu primeiro dia de trabalho como lixeiro ele enfrentou a maior dificuldade de um trabalhador : O DESPREZO. Ele andava pela cidade e as pessoas o desprezavam e assim foram seus 17 anos de serviço. Há 3 anos atrás foi feito uma entrevista com o Sr. Joaquim e perguntaram a ele,como que ele enfrenta esse tipo de atitudes das pessoas??Ele disse:Eu não ligo para o que falam sobre mim,esse é o meu emprego ,eu sou um médico,um advogado,um engenheiro,mas do meu próprio jeito.Ele faz uma pergunta:Como seria a vida dessas pessoas sem nós?? Eles seriam todos arrumadinhos e cheios de saúde??Não!Certamente estariam todos doentes e infectados por algum tipo de vírus ou bactéria.
Lauro Kachinski - 8ªB

terça-feira, 13 de setembro de 2011


Olá pessoal,


Hoje vamos falar sobre PLÁGIO, um assunto importante e polêmico sobre as facilidades de informações que temos na atualidade.
Nos habituamos a diariamente ter toda a informação que desejamos. Se queremos saber sobre baleias cachalotes, facilmente teremos. Se queremos saber sobre uma língua falada entre um povo selvagem, facilmente saberemos. Se uma professora nos pede um texto sobre qualquer assunto, também temos possibilidade de tirar a ideia da internet, mas... e isso é certo?
Bom, como não quero dar uma resposta pronta, vou postar um link para que vocês leiam, analisem e façam suas considerações. Considerem a possibilidade da diferença entre plágio e cópia de ideias.
Aguardo suas opiniões!!

http://www.blogosferalegal.com/2010/08/copia-de-ideia-e-plagio.html

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A MORTE DA ESPERANÇA

Agora me vejo no meu leito de morte, definhando e pensando que tudo podia ter sido diferente. Naquele dia frio e chuvoso deixei escorrer pelos dedos a chance de ter uma mulher perfeita ao meu lado, ela saiu, e não fiz nada. Achei-me um trouxa aquele momento e continuo me achando.Daniela não demonstrava, mas eu sabia que me amava, era linda e eu apenas um “CDF”mal ajeitado.
Poderia ter sido diferente para mim, poderia ter sido melhor, podia estar casado com ela, mas eu era apenas um adolescente fraco olhando a esperança ser molhada pela chuva.
E agora morri pensando que podia ser melhor, poderia estar enfim feliz, mas sou um velho fraco.

Como se fosse a ultima vez

    Meu nome é Brenda, e o que eu passei acredito que ninguém mais suportaria.
    No ano de 1936, aos meus 18 anos de idade, me matriculei em uma faculdade em Buenos Aires.
    Já no primeiro dia, não pude deixar de notar a presença de um rapaz que talvez fosse o mais bonito e elegante que eu já havia visto. Ele parecia pertencer a uma das famílias mais ricas da cidade, o que seria comum pois ali uma grande maioria pertencia a famílias com boas condições financeiras. Esse também era o meu caso, e pode acreditar, eu não tenho motivos para me orgulhar disso.
    Enfim, os dias foram passando, mas eu ainda não tinha tido coragem de falar com ele.      Num certo dia nos foi proposto um trabalho em dupla em que os nomes seriam sortiados pelo professor, e como que por ironia do destino o meu nome saiu junto ao dele.
    Me lembro até hoje o estado que fiquei quando ouvi o professor dizer: “E a próxima dupla é: Brenda e Pedro.”Eu fiquei eufórica e com certeza muito vermelha. Naquele momento não tive mais dúvidas, eu estava amando!.Ao fim daquele dia Pedro veio combinar quando e onde faríamos nosso trabalho.Ficou tudo combinado. Faríamos no dia seguinte em minha casa.
    Era sábado e as duas da tarde lá estava ele lindo como sempre.
Começamos e ele disse que achou minha casa linda, então perguntei onde ele morava.
Foi quase irresistível ver aquela cara de anjo tímido. Mas ao invez de beija-lo eu apenas perguntei o que tinha acontecido e ele me explicou que era filho de uma empregada e eram os patrões de sua mãe que bancavam seus estudos e lhe davam roupas, já que não tinham filhos.
    “-Isso não é motivo para se envergonhar!”
    Foi o que eu disse a ele, mas eu estava desapontada pois meus pais não aceitavam que eu namorasse com alguém mais pobre do que eu. Mas não poderia permitir que isso atrapalha-se minhas relações. Teria de conquista-lo.
    Os dias passavam e o meu amor só aumentava e ele também dava indícios de que estava apaixonado por mim. Apesar disso eu não esperava que ele fosse me pedir em namoro, mas foi isso que ele fez. E é claro que eu aceitei.Foram dias difíceis, pois meus pais não conseguiam aceitar esse namoro.Então um dia resolvemos fugir, nós abandonamos os estudos e a família para viver esse amor. Fomos embora para outra cidade, alugamos uma casinha e Pedro conseguiu um emprego.
    Era tudo tão perfeito e nada poderia estragar, mas um dia aconteceu uma coisa que mudaria nossas vidas para sempre. Pedro descobriu que estava com câncer. Foi um inferno nos primeiros dias.Foi horrível vê-lo definhar e perder os cabelos.
    Quando ele descobriu a doença já era tarde e ele não tinha mais cura. Mesmo sofrendo muito tive de ser forte para poder passar segurança a ele.
    Todos os dias Pedro me fazia uma pergunta que me doía muito.Ele me perguntava se eu não estava arrependida por ter deixado tudo para ficar com ele!. E eu respondia: -“É claro que não!, se eu pudesse voltar ao passado faria tudo de novo.”
    Decidi esquecer o que estava acontecendo e viver cada dia como se fosse o último.
    Um ano se passou e o estado de Pedro piorou. Ele já não levantava da cama e o tempo todo chorava por me ver chorar!
    No dia 03/06/39, Pedro me chamou e disse as coisas mais lindas que eu já ouvi.
    “- Você é a pessoa que eu mais amei em toda a minha vida, a única pessoa que sempre esteve ao meu lado e não me deixou sozinho quando eu mais precisei.
Obrigado por me fazer tão feliz”.
     Depois disso ele respirou fundo e sua respiração foi ficando mais fraca.Antes que aquilo se concretizasse eu já comecei a chorar pois sabia, a sua vida terminaria ali, dei-lhe o ultimo beijo e com certeza o mais apaixonado. Ele faleceu e mesmo sofrendo muito, eu não parei com a minha vida, consegui um bom emprego e continuei morando em nossa casinha.
    Eu nunca consegui esquece-lo e nem me apaixonar por outro homem.
    E se alguém me perguntar se eu me arrependo de minhas escolhas eu continuo dizendo não!.
    Agora aos meus 93 anos, sinto que está chegando a hora de me reencontrar com meu eterno amor!

 Hanna - 8ªB

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Maconha: legalizar ou regulamentar?


A busca incessante da humanidade por prazeres vem acarretando certos problemas para o Brasil. Um país onde há, sim, a liberdade de expressão vem discutindo um assunto polêmico, legalizar ou regulamentar a maconha?
A diferença entre essas duas palavras é que legalizar seria total liberdade do uso, sem punições. Regulamentando, o consumo continuaria proibido, mas se o usuário for pego ele não responde por crime, nem é preso, só a maconha é detida.
Mas nesse grande país, com uma imensa população, a pergunta que se faz é: os brasileiros têm condições morais de ter algum destes direitos? Primeiro é preciso investir na educação, na saúde e até na segurança pública, para depois discutir esse assunto.

Guilherme Mateus Kremer
8ª série A
Reencontro
Saíram as quatro amigas, muito animadas, voltariam cedo. Fazia tempo que não se viam, fazia tempo que não se divertiam tanto, praticamente, não se conheciam mais. Mas  longo, colocaram toda a conversa em dia. Decidiram sair na outra noite, ir a um barzinho popular da cidade.
Na hora combinada as amigas se reuniram, mais um dia de muita diversão, brincadeiras, bebidas e paqueras. Após algumas horas a mais, um pouco sem plena noção, Kátia começou a lembrar as amigas de antigos casos, casos que não deveriam ser lembrados e uma briga iniciou-se entre elas.
Não durou meia hora e elas saíram, cada uma pro seu lado. Deram as costas como se fossem completas estranhas umas as outras. Nem sabiam mais quem eram, ou como elas chegaram tão perto de retomarem as amizades e agora, todas lembraram dos motivos que anos atrás proporcionou a mesma cena.
Pela manhã, sem que pudessem ao menos se desculpar e sem ser por vontade própria vieram a se reencontrar. Mas não como nos dois dias anteriores, agora era o reencontro em uma cena de crime, as quatros estavam juntas, no asfalto. Olhando o corpo atropelado, apenas três.
Susana Bartmeyer - 8ªB

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Correr em Campos Molhados
Estou, neste exato momento, deitado no tapete da sala de estar, com a cabeça apoiada no corpo de meu cachorro, Sirius. A chuva cai lá fora, molhando o jardim e fazendo um barulho que me traz uma lembrança muito feliz: eu e meu amigo de infância, Greg, juntamente com Sirius, correndo em um campinho que havia perto das nossas casas, numa tarde chuvosa.
Era tão gostoso sentir a água batendo naturalmente no rosto que ainda tenho a sensação de estar vivenciando aquele momento.
Recordo-me perfeitamente da voz de Greg me chamando. Ele dizia “Venha, Fred. A água está uma delicia e até Sirius está se divertindo!” Nisso, eu corria alegremente até ele, pisando firme no chão, fazendo respingar o barro que se formava entre o gramado.
Sua voz me faz muita falta hoje. Há exatos dois anos, Greg descobriu que possuía uma doença grave, e quase não suportou contar, de tão torturante que essa descoberta se fez. Ele resistiu por quase um ano, à base de tratamentos e todos aqueles nomes que vêm com o sufixo“terapia”.
Eu ia ao hospital todas as tardes após a aula para vê-lo. E ele parecia estar cada vez melhor.
Porém, em uma tarde, quando cheguei ao hospital, a mãe de Greg me contou que o quadro clínico dele havia se agravado, mas que os médicos já o estavam atendendo.
Em torno de uma hora depois, fomos liberados para adentrar quarto e conversar com ele. O fizemos rir de várias coisas, desde piadas sem nenhuma graça até fofocas da escola.
No entanto, durante uma piada contada por ele próprio, sua voz falhou. Quando conseguiu falar novamente, agradeceu a mim e à sua mãe por todos os momentos, todas as bagunças, os passeios, os cuidados e principalmente o amor e carinho que havia recebido por nossa parte. Nisso, ele parou de falar novamente, sua cabeça caiu para trás, seus olhos se fecharam e o monitor cardíaco soou um apito contínuo, no que eu e dona Liesel trocamos rápidos olhares e começamos a chorar inconsoláveis.
Apesar de essa lembrança ser a mais triste da minha vida até hoje, eu sorrio ao pensar nela. Pois o mais importante não foi o que aconteceu fisicamente com ele, e sim todos os momentos que passamos juntos e o fato de que ele estará eternamente em meu coração. Não devo chorar pela sua partida, mas sim devo sorrir por sua participação em minha vida.
Melissa Francisco, 8ª série A



O limpador de rua.

Certo dia em uma cidade chamada castro, um limpador de rua saiu para trabalhar, ele sabia que não era um emprego muito bom, mas era oque Deus tinha reservado para ele, sabia que com aquele emprego dava o sustento para ele sobreviver.
Naquele dia uma mulher com muita pressa em seu carro bateu no trabalhador, mas por Deus ele não se machucou muito e a mulher em estado se choque parou e foi prestar socorro, ela perguntou:
-Tudo bem com o senhor?
-Sim, só um pouco com dor.
-Posso chamar a ambulância?
-Não, não, estou bem.
-Mas o senhor está ferido?
-Mas hoje eu preciso trabalhar, além disso a senhorita pode se complicar muito.
A mulher vendo que o senhor era muito gentil, entrou no carro e foi embora e o trabalhador ficou ali trabalhando para ganhar seu dinheiro. Porém a mulher não se comtentou e voltou para encontrar o trabalhador e prometeu a ele ajudar com uma cesta básica todo mês, assim o trabalhador muito agradecido e alegre, percebeu o que Deus tinha reservado para ele e assim o ditado ´´Deus escreve certo por linhas tortas``.

Leonardo Carneiro - 8ªB

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Feriadão de Independência e eu aqui me deliciando com nosso blog. 
Esse 7 de setembro chuvoso, me fez lembrar do meu tempo de colégio... saudade de quando eu escrevia meus textos e a professora Mara elogiava... a vida era tão mais colorida...
Vou postar algumas fotos para vocês guardarem  de recordação dos tempos de colégio... 
Quando tiverem adultos e cheios de saudade venham visitar a história de vocês...
Há muita alegria de ter elementos que me remetem a  momentos felizes... é como vivê-los novamente na imaginação...






terça-feira, 6 de setembro de 2011


Aniversário inesquecível
Havia muitas pessoas em uma casa, com bolo e salgados em uma mesa, mas estas pessoas estavam em silêncio e com as luzes apagadas. Estavam a espera de Marina para festejar seu aniversário de 20 anos.
Quando ela chegou em casa, seus amigos lhe fizeram uma surpresa. No começo, Marina ficou meio assustada, mas no decorrer da festa começou a se divertir. Ela recebeu muito carinho de seus amigos.
Nesse dia ela se divertiu muito, essa festa ficou marcada na sua memória, pois, mesmo passado tanto tempo após esse dia, ela se lembra de todos os detalhes.

                                                            Jhony Martins-8ªB

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