quarta-feira, 31 de agosto de 2011


O lixeiro
Meu nome é João Carlos tenho 34 anos e trabalho há 10 anos como lixeiro.
Todo dia deixo minha mulher e meus dois filhos em casa, pois saio as 7:00 horas e só  volto ás 19:00 horas.
O dia é corrido, passo pulando de lá para cá catando os lixos ou quando eu e meus colegas temos que sair correndo e saltando ao mesmo tempo.
Fico muito indignado quando as pessoas passam por nós e nem um “Bom dia” ou “Boa tarde” recebemos, parece sentem nojo.
Não somos animais é o nosso trabalho, o nosso esforço, é com isso que conseguimos o nosso salário para botar a comida em casa.
Muitas vezes deixo de comemorar momentos especiais com meus filhos e minha esposa, pois estava trabalhando até tarde ou chego cansado em casa.
Minha vida é corrida, cheia de obstáculos, mas sou feliz pois amo meus filhos e minha esposa e sinto orgulho do meu trabalho.
José Carlos Prado Faria - 8ªA
Todos são iguais
 
Muitas vezes passamos despercebidos por certos problemas da nossa sociedade, como o trabalho de lixeiro, garí, caixa de supermercado entre outras.
Agora vamos imaginar a vida de um lixeiro; acorda cedo, ele sai com uma "missão", recolher o lixo das nossas casas, trabalha o dia inteiro, corre vários riscos, e o expediente acaba no fim do dia. Eles levam a vida parecida com a de muitos trabalhadores, mas pela expecíca profissão deixamos passarem despercebidos, pois essas pessoas são ignoradas pela profissão. Espero que esse conceito mude entre as pessoas, pois somos todos iguais, oque nos diferencia é o poder aquisitivo imposto pela sociedade.

Paula Felippe - 8ªA
Limpeza invisível

Tica, uma zeladora de minha escola, que era caprichosa na limpeza das salas de aula, responsável, chegando sempre no horário, muito divertida e também alegre.
Eu notava que ela era invisível para as pessoas e até mesmo para mim que sempre a observava e sentia na pele a sua “invisibilidade”, pois a maioria de meus colegas passava por ela sem olhar na cara e muitas vezes ainda jogando lixos no chão pensando ser sua obrigação varrer.
Nós entrávamos na sala de aula e não tinha como não notar a limpeza, o cheiro agradável e a arrumação das carteiras, mas mesmo assim não dávamos a mínima para quem deixou daquele jeito, até por que depois de algumas horas a sala iria estar toda revirada com coisas que ela e suas companheiras de trabalho iriam ter que limpar novamente.
Foi com essas observações acima que comecei a refletir e a dar um grande e alegre “bom dia” e até a cumprimentá-la pela mão, percebi que ela gostou e ficou toda convencida, mas não adiantava a minha ação somente, era preciso uma conscientização maior e mais abrangente, foi a partir desse ponto que decidi conversar com o professor, que atendendo meu pedido, comentou em sala sobre o assunto “gente invisível”, alguns alunos “abriram os olhos” e começaram a ser mais gentil, pois elas (zeladoras) também são gente como nós, mas outros nem se sensibilizaram com o assunto proposto.

Samuel Marques - 8ªB

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Linda Valsa

Eles estavam sós, mesmo em meio a uma multidão. Os olhos se encheram de lagrimas, tanto de um como de outro, era uma sensação estonteante... Perfeita, que ambos não haviam sentido em outras ocasiões.
Os belos trajes de gala atravessavam o salão, onde parados estavam, como estatuas a espera de um movimento um do outro, aquele casal. Para eles não havia nada além do olhar que os prendia.
Tal transe foi interrompido por seus pares que ansiosos olhavam incrédulos a maneira brusca como tanto a moça quanto o rapaz pararam de dançar.
Mais tarde, quando só restavam os convidados mais embriagados, o jovem resolveu tirar a bela dama para uma valsa, nem um dos dois disse uma só palavra, mesmo não tendo bebido nada que os deixasse inconscientes, estavam tontos de alegria e sabiam que as palavras eram desnecessárias, pois tal felicidade, não ocorreria novamente.
A jovem era comprometida e o rapaz morava longe dali, porem eles não precisariam se ver novamente, só aquela dança bastaria para a vida toda, que agora estaria repleta de lembranças, e, não importando o rumo de suas vidas, seu amor seria bem guardado em seus corações, houvera o que houvesse.

Reconhecido
Operário, 1930

É, sempre a mesma coisa. Talvez seja meu traje, se não for...Bem , sou um zelador de uma escola em São Paulo, minha vida está um pouco difícil  depois da separação ,hoje vivo com meus pais.
Meu salario não é grande coisa e também não posso arrumar outro melhor, não consegui completar o ensino médio , então não consegui muita coisa.
Desde que eu comecei eu parecia invisível.
Caminhando pelos corredores com meu equipamento percebo que as paredes estavam rabiscadas e não adiantava limpar,logo penso, estou num presidio?
Comentei com a diretora da escola e sugeri pinta-las novamente, mas ela disse q as finanças eram poucas, até quando ela teve a ideia de pedir aos alunos que colaborassem com algumas moedas, pois se não teriam q suspender o lanche (parecia um suborno). Neste mesmo dia, foram avisados todos os alunos sobre esse assunto. Alguns alunos disseram q seus pais não tinham condições financeiras,mas com a ajuda dos outros já deu para comprar o material.
Passou alguns dias e tudo estava pronto para começar, os alunos estavam suspensos , mas avistei um casalzinho de namorados, passei na frente deles e eles nem repararam, percebi que alem de sem vergonhas, eram ignorantes, mas o que eles estavam fazendo na escola sendo q todos os alunos foram suspensos? Coisa boa não era.
Ah! Tinha acabado de pintar as paredes, pareciam novas, recebi um bônus por isso, alias foi um trabalho a mais.
Mais um dia de trabalho normal, até que vejo um garoto tendo um ataque de asma, corri para a cozinha para procurar uma bomba para asma, revirei tudo, todos os armários até eu acha-lo. Não demorei muito pois estava uma vida em jogo,quando achei corri para onde estava o garoto, eu vi se ainda me restava tempo, foi um grande desespero mas no fim deu tudo certo, a ambulância já havia chegado. Depois disso, tudo ficou diferente para mim, meu sonho foi realizado, ser reconhecido por fazer o bem.
Hugo Massami - 8ªB

Um amor além da conta

            Patrícia, uma moça de 19 anos, morena e alta classe média. Ricardo, um moço de 20 anos, loiro alto de uma classe alta.
            Patrícia e Ricardo se conheceram em uma balada, trocaram telefones e outros contatos. Começaram a sair, se apaixonaram e Ricardo pede Patrícia em namoro, ele aceita e o namoro rola a solta.
            O namoro fica sério, começam a frequentar a casa um do outro. Os pais de Ricardo não gostam nada. Proíbem, pois dizem:
            - Como um rapaz que está cursando medicina namora uma moça que está trabalhando em um mercado?! Um moço da classe alta, namora uma moça “pobre”!
            Esse pensamento pequeno impossibilita eles se verem, se desencontraram cada vez mais e acabaram terminando, cada um foi para cada lado.
            Passa-se 5 anos, Patrícia trabalhando tendo sua casa, suas coisinhas. Ricardo faltando alguns anos para se formar, estava trabalhando. Eles se reencontraram em uma confeitaria, sorrisos surgem ao encontro, à felicidade é completamente inevitável. Começaram a sair e se ver novamente, o amor entre eles não mudou em nada, voltaram.
            Ricardo não liga para os pais e não liga para nada e simplesmente não dá bola para opinião deles. O amor entre eles é incrível e acabam ficando juntos de vez, pois Patrícia engravida de Ricardo, eles começaram a morar juntos. E assim, constroem a vida deles. E eles vão ser felizes!

Beatriz Raeski da Silva, 8ª A

segunda-feira, 29 de agosto de 2011


AMOR A PRIMEIRA VISTA 

Quando a gente se conheceu pela primeira vez ,começamos a conversar eu nunca tinha sentido meu coração bater mais forte,e acabamos nos apaixonando,então o tempo passou e começamos a namorar só que eu sabia que meus pais não iriam deixar pois não podia haver nada entre uma princesa e um moço de baixo nivel de vida.
 Só que isso aumentou mais os nossos sentimentos ,até que um dia meu pai descobriu ,então me proibiu de ver João .
Mas eu não podia aceitar aquilo que meu pai estava fazendo comigo ,era injusto ,pois o que Deus une o homem não separa .Então dei um jeito de ver João ,então decidimos fugir naquele dia ,foi para casa como se nada estivesse acontecido arrumei tudo o que iria levar ,esperei chegar a noite e foi para encontrar o João e então fugimos.
 Leticia Brandt Bueno8°A
Olá pessoal, 
É uma alegria muito grande poder postar o trabalho dos meus alunos. 
Iniciaremos com textos narrativos propostos em nossas aulas de Português durante o ano de 2011 e deixaremos que os textos sejam pretexto para novos textos...


O AMOR
Uma moça de cabelo preto, alta e de olhos castanhos. Uma moça apaixonada pelo seu amor.
Seu pai Pedro não aceitava sua filha Débora namorando com um rapaz de classe baixa. Para Débora ver seu namorado Diego tinha que enfrentar vários obstáculos, como mentir que iria a igreja.
Quando seu pai descobriu que Débora estava mentindo ele deixou ela de castigo, mas nada adiantou. Para ver o seu amor.
Débora não aguentava mais ficar de castigo, porém ela fugiu para bem longe com seu namorado.
E viveram felizes para sempre.
Sem o pai de Débora para atrapalhar.

(Helena) - 8ªA

Um amor impedido por uma barreira


Dois apaixonados mais com uma barreira para impedir. O pai da moça era muito rico e a moça era apaixonada por um atendente de mercado um dia a moça resolveu que iria levar o rapaz para seu pai conhecer, mas o pai da moça falou que iria matá-lo. A mãe da moça apoiava o rapaz e um dia ela deu a ideia dos dois fugirem de madrugada. O rapaz veio buscar a moça e o dois fugiram mas o pai da moça foi buscá-la e obrigou ela sair do pais e assim o rapaz nunca mais viu a moça e os dois nunca conseguiram ficar juntos.
 Jairo Cordeiro Santos - 8ª A
A princesa e o artista do circo

Marina era uma princesa que perdeu sua mãe muito cedo, bom ela nem a conheceu, pois era um bebê ainda. Seu pai o rei Maciel vivia triste, não falava muito com sua filha, pois achava ela muito parecida com sua mãe.
Marina queria sair e conhecer outras pessoas, mas não podia porque seu pai a proibiu, ela vivia na torre mais alta do castelo, pois gostava de pintar e lá ela se sentia melhor; Ela tinha apenas uma amiga: Karen que era sua empregada que sempre a ajudou a fugir do castelo pra sair e andar em outros lugares.
Mari como era chamada por Karen, saíram para ir à igreja, mas saindo da rota foram para um parque onde tinha um Circo, os malabaristas foi pelo o que mais se interessou Karen a chamou:
- Mari vamos, temos que ir se não seu pai vai dar falta de você no castelo.
- Calma Karen! Meu pai nem vai notar, e eu estou encantada com este circo.
Ela estava andando quando esbarrou em um malabarista, que se chama Alex.
Alex era o malabarista melhor do circo e o mais bonito:
- Me desculpe senhorita.
- Marina é meu nome e te desculpo rapaz.
- Marina. Disse Karen: - Seu pai o rei esta vindo nesta direção.
Marina e Karen fugiram e voltaram ao castelo, Marina se encantou com o Alex, e Alex com ela. Diego seu irmão perguntou:
- O que você tem? Está quieto desde que falou com aquela garota!
-Não sei o que tenho, e o nome dela é Marina, filha do rei!
Marina comentou com seu pai que tinha saído com Karen à tarde e falou do rapaz que não sabia o nome. O rei ao saber que ele era do circo a proibiu novamente de sair e que ela visse o rapaz; Eles discutiram o jantar inteiro, mas Marina não aceitou nada do que seu pai falou.
Passaram-se dias e Alex e Marina estava se encontrando escondidos com a ajuda de Karen que se apaixonou por Diego irmão de Alex.
Então eles decidiram fugir, viver no circo os quatro juntos. A noite Marina queria se despedir de seu pai que era contra aquele namoro, então ela falou com seu pai de sua mãe e fez perguntas, então quando seu pai menos a esperava lhe deu um abraço e disse que o amava.
E seu pai naquele momento lhe falou:
- Eu também te amo desde que nasceu!
Naquela noite ela e Karen fizeram as malas, Alex subiu no quarto de Marina para ajudá-lás, Karen foi a primeira a descer e antes de descer
Marina deu um beijo em Alex e foi embora deixando apenas uma carta ao rei Maciel seu pai.
(Thayana - 8ªA )

Imagem: http://www.araras.sp.gov.br/e/?c=noticias&i=3908 
Final de tarde
A luz clara e amarelada de final de tarde invade a sala, banhando os objetos e em especial meu piano, tornando tudo lindo. Senti saudades de quando eu ainda podia dançar alegremente sobre o piso, com toda a delicadeza de uma jovem bailarina. Agora que estou velha só me resta contar a meus netos como fui uma moça graciosa e bela, e é claro tocar no piano as minhas músicas favoritas pra embalar os lindos finais de tarde.
Mesmo que esteja agora limitada pela velhice, ainda lembro bem como eram todos os passos e ainda tenho guardada minha sapatilha de ponta que esta tão velha quanto eu.
Eu não vou me importar com as dores, nem com as quedas. Só quero pela ultima vez sentir a ponta de meus pés se curvando, meus braços bamboleando breves movimentos sincronizados, quero sentir meu peso sobre os saltos delicados e pela ultima vez prender meu cabelo em um coque alto, vou deixar que as memórias inundem minha mente me fazendo rodopiar, mesmo que seja pela ultima vez. 

sábado, 27 de agosto de 2011



A tarde passa lentamente
Um filme, uma música, uma folha.
Nossas vidas passam ligeiro.
Nossas melodias são nossos temas.
Somos folhas ao vento!

Em câmera lenta
Amores vem e vão
Alguns machucam
Outros, não

Entre almofadas deitar-se
Na tarde vagarosa
Esperar que a música toque
Suave como uma rosa

E quando o outono chegar
E as folhas caírem ao chão
É o fim de uma temporada
Ou, o início de uma nova estação
A triste dor da solidão.

Em uma janela
Como outra qualquer
Encontrava-se um garoto...
Que todos o olhavam
Mas em sua face podia se ver
A tristeza gerada por algum motivo
Que no qual
Fora devastador
Para o seu pobre e ingênuo coração

Garoto que não sofrera muito do destino
Nem obtivera muita experiência em sua vida
Pois o tempo não permitira.

Só uma certeza rondava em seu coração
De que, tarde, chuvosa, e triste como aquela
Ele nunca outrora havia vivido

Motivo?
Seu coração havia sido esmigalhado,
Humilhado, rasgado, tomado de si próprio!
Por quem?
Um ser, que aos seus olhos
Aparentava angelical.
Mas como sempre se sabe
Quando se ama, a pessoa amada
Torna-se indescritível, especial.

Mas logo após todo esse encanto acabara.
Que depois de prometer coisas possíveis e impossíveis
Aos olhos humanos
No final só o magoou...
O desprezou, o maltratou.
Deixando apenas marcas de dor, e solidão
 Solidão de tê-la perdido
E nunca mais ter a oportunidade de
 sentir seus lábios juntos aos seus;
de nunca mais sentir seu corpo junto a ele.
Solidão que nem a pessoa mais miserável de alma,
Deveria ter  a chance de experimentar.
Também deixou a marca do ódio
Porém, não dela, pois mesmo depois de tê-lo feito sofrer
Ainda sim a amava.
Mas ódio das promessas não cumpridas,
De palavras majestosas e grandiosas,
Que no final acabaram tornando-se
Palavras de miséria, de injustiça.

Em seus pensamentos
Vinham as mesmas perguntas...
“Como pude deixar isso acontecer-me?”
“Onde estava com a cabeça?”
“O que farei para esquecê-la?”
Mas as respostas fugiam de sua mente
Como balas, que quando atiradas
Por uma metralhadora
Correm desesperadamente para um alvo.
Sem o qual o atirador não sabe.

Mas quem olhava não podia compreendê-lo
Pois somente que já
Havia vivido tal situação
Saberia da dor que estava cravada em seu peito
Desesperado
Seu único meio de distração
Era olhar a paisagem que o rodeava
Só assim obtinha forças
Para pensar em alguma maneira
De esquecê-la.
Somente assim...

                                                             Fernanda Rodrigues Machado - 8ªA

A melodia da menina anjo
 

A música é doce e agradável, assim como ela. Lá está a menina anjo ,ao piano ,tocando sua doce e triste melodia. Nela ela expressa a sua dor. Ela pausa por um momento ,como se alguma lembrança voltasse à sua memória. Ela lembra dele ,do jeito como seus olhos brilhavam quando a via ao piano. Ele gostava tanto de ouvi-la tocar sua doce melodia .Mas agora esta melodia está triste, assim como a menina anjo, pois ele se foi. E agora lá está ela, chorando em frente ao piano, enquanto toca sua triste melodia.
                                                                                                                                                                                                     Beatrice Fronczak - 8ªB

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Amor e Preconceito !

Era uma tarde comum como aquelas que eu ia no parque,ler e pensar na vida.
Maria Fernanda,uma garota de 19 anos,que vivia sozinha e que ainda morava com seus pai.
Sempre iria ao parque como de costume às 16:30,porém,num dia de muito frio e com um solzinho para aquecer,algo diferente aconteceu,em um banco que Maria F. sempre costumava sentar,um moço bonito,cheiroso,turista,Fred sentou-se ao seu lado,ela surpresa em ver que finalmente algum rapaz aproximou-se dela.Contente,Maria Fernanda fez lhe um bilhete e colocou no banco,ele leu e respondeu e assim todos os dias às 16:30 em ponto,estavam lá os dois apaixonados trocando bilhetes.
Ele nunca teve a iniciativa de chama-lá para uma conversa verbal,mas estava muito ancioso para ouvir sua voz.
Então com o passar dos dias,logo se aproximava o dia de Fred deixar aquele paraíso e ir embora,e nada dele tomar aquela iniciativa que o sufocava,só por meio de bilhetes.
02 de Julho de 2002,dia da partida de Fred,e com coragem foi ao encontro de sua amada,Maria Fernanda.Chegando lá ele sorriu para ela meio cabisbaixo,trocaram olhares por alguns instantes.E ele falou :
_ Maria Fernanda,quero namorar você?!
Ela,com lágrimas nos olhos lhe passou um bilhete,dizendo a seguinte frase : ' Fred,eu sinto muito,você não vai querer namorar comigo.Eu tenho uma deficiência e sou muda.eu te amo!'.
Lhe passou o bilhete,ele lendo aos prantos,olhou-a pela última vez e foi embora,sem ao menos se despedir e responder seu bilhete.
Ela sem entender nada,aos prantos e acabada,tirou suas próprias conclusões,que ele tinha preconceito e a negou.
Ela desde esse dia,nunca mais foi a mesma.Guardou todas as cartas,e trancada no seu quarto se remoia,tentando esquecer aquele amor que virou ódio.

 
  Allana Kachinski



Os lixeiros

            Muitos profissionais, no mundo de hoje, são invisíveis perante a sociedade. E um bom exemplo disto, são os lixeiros.
            Eles trabalham arduamente, não importando as condições climáticas, para manter a cidade limpa, recolhendo os lixos por nós produzidos e geralmente passando por riscos de saúde, pois estão sujeitos a contaminações vindas dos lixos, problemas na coluna, devido o sobe e desce do caminhão, entre outros.
            Apesar deste ser um trabalho muito importante e digno, a maioria das pessoas não reconhecem, tratando esses profissionais com total indiferença.
            Quando estes vestem seus uniformes, poucos são os que reparam e os cumprimentam, pois grande parte da população sabe que eles estão ali, mais inconscientemente os ignoram.

Lauanny Raira Bençal, 8ª série A















quinta-feira, 25 de agosto de 2011


  O cobrador     

Em abril de 1999 uma moça (metida) chamada Beatrisse Eni, empregada a mais de dois anos trabalhando para bancário, no centro de São Paulo, estava no ponto de ônibus e chegou o ônibus, e ela entrou na fila de pagar, humilhou o cobrador, deu uma nota de 20,00 reais.
 - Será que tem troco pra 20 aqui pobretões?
 - O cobrador falou: moça aqui tem troco sim sua mal educada.
 - O que? Mal educada e a sua mãe, seu burro pobre.
 - Moça você está me desrespeitando.
 - Se você fosse gente você não seria cobrador de ônibus e eu sei quanto vai dar de troco ta.
 - É quanto então?
 - São 17 reais e 70 centavos.
 - Não é? São 17 reais e 50 centavos.
 - Obrigado!
 E o cobrador estava com os outros cobradores e comentando sobre os problemas do ônibus.
 E como eles se sentem?
 Eles responderam! Ah não tem que ser educado com os passageiros.
 Mas o meu sonho é ser presidente e fazer uma lei: chamada RESPEITO.
 E muitas vezes a gente é ignorado pelas pessoas e só nós sabemos o que é ser ignorado.
Alyson Matheus da Silva - 8ªB

 Ela Morreu de Saudades 

    Estava no ônibus , olhando a chuva quando vi um grande cartaz sobre o dia das mães , e lembrei da minha .Como ela era bonita ! Seu sorriso me alegrava mesmo nas piores horas .Ela tentou ser forte, até chegar a sua hora .
   Ainda lembro do dia em que meu pai ( se é que posso chamá-lo ) nos deixou , para ir morar com outra mulher . Ela não sabe , mas a vi chorar escondido naquela dia .
   Todo dia minha mãe esperava ele , mesmo sabendo que aquele desgraçado nunca voltaria . Mas teve um dia , em que ela desistiu de esperar , desistiu de viver . 
   Isso foi a uns 5 anos , mas me lembro como se fosse ontem . Era um dia frio , já fazia um tempo que ela não aparentava saúde , mas quando eu perguntava , ela dizia estar bem . Quem me dera que fosse verdade .
   Ela morreu em meus braços .Antes de morrer me disse : 
  -Seja forte , lute para ser diferente de seu pai . Não seja um idiota como ela , e não tenho vergonha de ser você mesmo . E quando te perguntarem por que eu morri , apenas diga que eu morri de saudades  .
   Tinha apenas 17 anos quando ela morreu . Ainda era imaturo , mas tive que aprender a me virar sozinho . Era isso , ou morrer também .
Kamilla Froczak - 8ªB

 

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

De repente uma tragédia

Olhando para aquele campo, me lembrei de um entardecer em que estava com minha namorada na pracinha. Esta lembrança, me deixou triste, ao fazer-me recordar os fatos que ali ocorreram. Fatos que uma, duas palavras, uma frase, uma atitude sem pensar, mudou completamente minha vida... Minha irmã ao meu lado, sentiu minha tristeza e me perguntou por que, mas respondi que não com a cabeça. ...Na pracinha com minha namorada estávamos conversando, rindo. Estávamos alegres. Mas tinha de vir, aquele playboyzinho filhinho de papai para chatear a mim e a minha namorada.Ele estava falando coisas sobre minha namorada, que não eram verdades, xingando-a. Daí não aguentei. Tirei a blusa, arregacei as mangas da camiseta. Ele o frangote que era, pegou um galho grande que tinha caído de uma árvore ao lado. Ele me bateu primeiro no ombro, depois dei um soco na cara dele e um chute nas pernas dele,mas da antes que eu pudesse bater nele novo, ele tirou do bolso um canivete, pegou minha namorada e colocou o canivete no pescoço dela... Não tinha percebido antes que ele estaría drogado, e dessa hora em diante teria de agir com cautela.. Minha irmã perguntou o que estava acontecendo comigo, respondi que não havia nada Olhei novamente pela janela do ônibus e vi uma bela casa com um belo jardim, isso me fez lembrar novamente o acontecido. ... perguntei a ele o que queria em troca de minha namorada. Mas não me deu ouvidos ...passou o canivete no pescoço dela. Ele fugiu, desde o acontecido, e até agora não o encontraram. E minha namorada, á sete palmos do chão...

Ana Carla Nusda -  8ªB

AMOR VIRTUAL
 Quando a gente se conheceu pela tela de um computador começamos a conversar e acabamos nos apaixonando, o tempo passou começamos a namorar eu em São Paulo e ele em Minas Gerais.Eu amava o Luccas e ele também me amava,mais nossos pais não aceitavam isso meus pais diziam que ele era um bandido metidinho a playboy e que ele era muito velho para mim e nisso eles tinham razão. Luccas tinha 22 anos e eu apenas 15 o namoro até que durou um tempo ,durou nove meses e então Luccas estava completamente louco pra vim pra Sampa e eu óbvio que queria ,mais meus pais não poderiam saber .
No dia que ele embarcou no avião e me ligou contando isso eu fiquei super ansiosa, pois dali 2 horas meu namorado virtual estaria na minha frente se tornando meu namorado real. Quando ele desembarcou me ligou para encontrá-lo no aeroporto. Desesperada de medo de meus pais ficarem sabendo, fui chegando lá e vi meu Luccas. Sim, agora eu podia dizer que era meu, corri em direção a ele ,e ele me esperando de braços abertos com o sorriso mais lindo do mundo ,corri o abracei e o beijei, mas de repente meu pai aparece ,e corta nosso barato e falando um monte para o Luccas e me levou forçada para casa e então eu fiquei olhando meu namorado com uma carinha de cachorro que caiu da mudança ,ainda meu pai tirou meu celular e meu computador, só para eu não ter nenhum  tipo de contato com o Luccas.
Passou 2 meses e eu estava sentada na areia da praia ,quando olho um deus grego saindo do mar, vindo em minha direção, meu coração começou a acelerar porque eu vi que era o Luccas ,ele veio em minha direção e disse que me amava e então decidimos fugir naquela noite, e então eu cheguei em casa arrumei minhas coisas e sai para encontrar com o Luck e então fugimos .




Rayane Fátima de Oliveira - 8ªA

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